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Curitiba registra primeiro caso de sarampo em 2019, diz Secretaria de Saúde

Curitiba, 21 de agosto de 2019 | 16h10

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Homem, de 54 anos, contraiu a doença no início de agosto em uma viagem, segundo a pasta; estado de saúde dele é considerado estável.

Curitiba registrou o primeiro caso de sarampo em 2019, de acordo com a Secretaria de Saúde do município. A confirmação foi nesta terça-feira (20).

Segundo a secretaria, o paciente é um homem, de 54 anos, que contraiu a doença no início de agosto em uma viagem para estados com área de surto. Por isso, o caso é considerado importado.

O homem, conforme a pasta, não tinha registro anterior da doença ou de vacina contra o sarampo.

Pessoas que tiveram contato com ele, como parentes e funcionários da empresa onde trabalha, foram vacinadas. Segundo a secretaria, ele está isolado e o estado de saúde é estável.

"Não há motivo para alarde. A nossa equipe está 24 horas de plantão. Todos os serviços em Curitiba estão em alerta", disse a secretária da Saúde Márcia Huçulak.

Outro caso
Em 7 de agosto, a Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa) confirmou que uma moradora de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, está com sarampo. De acordo com a secretaria, foi o primeiro registro confirmado da doença no estado em 20 anos.

A Sesa informou que a paciente é uma mulher, de 41 anos, que viajou para São Paulo entre os dias 15 e 22 de julho, e começou a apresentar os sintomas da doença no dia 2 de agosto.

Vacinação
A Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba reforça o alerta de vacinação, principalmente para quem for viajar para os locais que tenham casos registrados. O ideal é fazer a vacina 15 dias antes da data prevista para a viagem.

As vacinas estão disponíveis em 110 unidades básicas de saúde. A faixa etária com indicação da vacina de um a 49 anos, foi ampliada para seis meses aos 59 anos.

"O adulto com mais de 20 anos é hoje a nossa preocupação porque não sabe se tomou a vacina, não sabe se teve a doença. Além disso, é ele quem circula, o bebezinho não vai sozinho para São Paulo", explicou a médica infectologista Marion Burger.

A secretaria orienta que quem não tem certeza de que tomou a vacina pode verificar se há registro na carteira vacinal virtual pelo Aplicativo Saúde Já Curitiba ou procurar uma unidade de saúde.

Orientação
De acordo com a secretaria, a vacina não dever ser feita em crianças menores de seis meses, gestantes e pacientes imunodeprimidos ou com reação alérgica grave após dose prévia ou após contato com as substâncias que compõem a vacina.

Além disso, segundo a secretaria, é recomendado também um intervalo de 30 dias após a vacina para as mulheres que querem engravidar.

Sintomas
De acordo com a Secretaria de Saúde, os sintomas mais comuns são:

  • Febre alta;
  • dor de cabeça;
  • manchas avermelhadas na pele;
  • tosse;
  • coriza;
  • conjuntivite.

Como não existe tratamento específico para o sarampo, é importante ficar atento caso alguém com quem teve contato fique doente.

 

Fonte: G1

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